Muros brancos

Se andar por aí a fotografar frases de indignação escritas nas paredes fosse um negócio, diria que os tempos estão bons para o negócio. Em tempos de crise e de incerteza quanto ao presente e ao futuro das pessoas e do país, há certamente mais gente a exteriorizar esse descontentamento e as paredes são também usadas para o testemunhar. Se sempre foi assim desde o 25 de Abril, agora não seria diferente. Daí que quem se deu ao trabalho de escrever “Muros brancos, povo mudo” nesta parede do Martim Moniz – ainda que não esta expressão já tenha sido usada noutros contextos – tenha captado o espírito destes tempos em que haverá tanto para dizer, ou, neste caso, para escrever.

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