Por preguiça

O facto de não ser um assíduo leitor de revistas femininas faz de mim um indivíduo pouco avalizado para vir mandar bitaites sobre felicidade. Daquilo que vou ouvindo em conversas de café e em posts de outras pessoas no Facebook, o facto é que este conceito é de tal maneira lato que pode ir desde uma tarde bem passada na praia até ao nascimento de um filho, passando por uma vitória folgada do Benfica. Cada um terá alguma ideia sobre o assunto na cabeça, certamente.

O testemunho dado neste muro lisboeta, sob a forma de um eloquente “Só sou feliz por preguiça!”, é um contributo válido para discutir o assunto e remete para a simplicidade do conceito. Afinal de contas, dá trabalho ser infeliz, até porque todos nós sabemos que quanto mais se complica a vida, mais hipóteses existem de as coisas correrem mal. Esta declaração vira a equação ao contrário: a preguiça por não querer complicar o que seria simples redunda num ser humano, lá está, feliz. Haja a quem a vida corre bem.

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