O sol

A coisa não estará escrita no melhor português (há uma cedilha a mais no “você”) e há um certo lado de clichê e lugar-comum sobre a vida – mais do que numa parede da zona do Martim Moniz, seria mais provável encontrá-la como slogan de uma agência matrimonial ou como capa de uma revista feminina. No entanto, ao mesmo tempo esta fotografia tem em si um certo lado de inocência e de mistério que enternece e apetece fotografar, para depois mostrar ao mundo. Não sabemos ao certo se quem a escreveu fez questão de dizer ao mundo que afinal estamos cá todos para servir de sol para uma pessoa que seja ou se realmente a frase tinha um destinatário (ou destinatária) definido. Soa a lamechas, mas, que diabo, não pode andar toda a gente a pintar graffitis ou a desejar que os senhores da troika ardam em fogo-doce.

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