Sem pejo

Em bom rigor, não é possível aferir quem escreveu nesta parede – a não ser que se trata de um Vítor, Vasco ou alguém possuidor de qualquer nome começado pela letra – nem a quem ela se destina. No meio desta declaração de amor a remeter para as histórias dos príncipes e das princesas encantadas, uma coisa é certa: quem a escreveu não teve problemas em fazê-lo numa zona bastante frequentada por desportistas, veículos em velocidade acelerada e utentes do hospital circundante. Esta fotografia, tirada à entrada do Estádio Universitário de Lisboa – cuja entrada é impossível mostrar, devido às obras que ocorriam na altura em que a fotografia foi tirada – mostra que há tipos que misturam romantismo e audácia em doses igualmente generosas.

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